sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Você conhece alguma terapia que tenha matado tão pouco em 100 ANOS de existência?

Recentemente, tivemos a oportunidade de vivenciar uma experiência quase trágica quando após lançado no mercado, aprovado pelo FDA e pela ANVISA,um anti-inflamatório foi recolhido depois de causar a morte de uma grande quantidade de pacientes em todo o mundo.
Em 1980, foi realizado um estudo na ALEMANHA baseado na avaliação de 5 milhões e 600 mil tratamentos! O índice de risco da ozonioterapia foi estimado em...0,0007%. Ou seja, apenas 4 casos de óbito neste enorme universo de pacientes.
A OZONIOTERAPIA é o método terapêutico mais seguro e efetivo que se tem notícia. Por isso não existe nenhum interesse dos grandes conglomerados farmacêuticos e consequentemente nos países influenciados por essas indústrias a transformar o ozônio em uma terapia popular.

sábado, 26 de novembro de 2011

A OZONIOTERAPIA É CARA ?

Faça a seguinte pergunta:

o quanto você já gastou em remédios, medicamentos, muitas vezes, caros e com eficácia discutível? o quanto em antibiótico, incluindo irritação estomacal e intoxicação no fígado? o quanto em corticóides sintéticos injetáveis, com graves prejuízos à glândula supra-renal? o quanto em cremes e pomadas para feridas que nunca cicatrizam? o quanto em quase perder a esperança de ficar curado?

Se você acha que isso vale muito e você já gastou muito e não teve resposta adequada, garanto que você não vai ver a OZONIOTERAPIA como um tratamento caro.

Pense no assunto !

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

PORQUE A OZONIOTERAPIA FUNCIONA

O OZÔNIO tem alto poder oxidante. Isto permite o combate ao envelhecimento das células e do nosso organismo;


O OZÔNIO tem o poder de ativar o metabolismo dos glóbulos vermelhos (hemácias), facilitando a passagem das hemácias pelas artérias de pequeno calibre;


O OZÔNIO tem o poder de modulação do sistema imunológico, liberando protetores celulares e aumentando nossa resistência às doenças;


O OZÔNIO tem poder bactericida, fungicida e efeito inativante viral, sendo o método mais seguro e de menor risco no combate a qualquer tipo de infecção.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

http://www.youtube.com/watch?v=773MBOwxJ8k

OZÔNIO E AIDS


Dr. John Pittman MD

O seguinte é um somatório de ocorrências emocionante no campo da medicina inovadora, e particularmente no tratamento da AIDS, devido ao seu poderoso efeito oxidante. O ozônio é uma forma energizada de oxigênio com elétrons extras presentes, que espontaneamente se dispersar a partir da molécula assim que eles são produzidos.

Ozônio explosões buracos através das membranas dos vírus, bactérias, leveduras e células de tecido anormal. Um dos primeiros usos do ozônio na América foi em 1930, quando foi encontrado para ser eficaz no tratamento de vários tipos de doenças inflamatórias intestinais, como colite ulcerativa, doença de Krohn e diarréia bacteriana crônica. Neste procedimento, o gás ozônio é entregue no reto através de uma ponta do cateter, onde é absorvida através do revestimento do cólon.
Pesquisadores alemães foram líderes no desenvolvimento de tecnologia de ozônio. Nos anos cinquenta, eles desenvolveram uma técnica para o tratamento de sangue com ozônio chamado de "auto-hemoterapia major." Neste procedimento, cerca de 300 cc de sangue é retirado de uma veia dentro de uma garrafa de vácuo. O ozônio é então borbulhado através do sangue, após o qual o sangue é reinfundido. Neste procedimento, o ozônio destrói as partículas de vírus no sangue. Também é absorvido no plasma e reinfusão após, dispersa por todo o corpo.

Outra técnica para o uso de ozônio é a infusão direta, em que o gás ozônio é injetado diretamente na veia. Isto tem a vantagem de ser mais preciso em termos de dosagem entregue, bem como permitindo a administração de concentrações mais elevadas.

Outras técnicas incluem a aplicação direta na pele através do uso de banhos de ozônio água e armários vapor.

Através da investigação diligente, os alemães foram capazes de determinar que o ozônio foi incrivelmente eficaz na destruição de infecções como a hepatite, Epstein-Barr vírus, herpes, citomegalovírus e HIV. Com a percepção de que o HIV era suscetível ao ozono, os alemães começaram a usar a técnica de auto-hemoterapia para tratar pacientes com AIDS, logo que esta era uma doença reconhecida.

Houve inúmeras anedotas sobre os alemães "sucesso com o ozônio, e muitos médicos neste país têm usado com grande sucesso. Até recentemente, nem as instituições do governo nem as corporações privadas têm promovido qualquer rígida estudos clínicos de ozônio.Parece haver um preconceito embutido contra o desenvolvimento de terapias, tais como o ozônio, porque é um gás não-patenteáveis.Nossa indústria farmacêutica tem desenvolvido com base na capacidade de patente de drogas sintéticas que podem ser vendidos com lucro, e assim recuperar a despesa de investimento inicial. Isso resultou em um sistema que suporta o desenvolvimento de medicamentos por este método e tem desencorajado o desenvolvimento de simples, barato ou substâncias não-patenteáveis. No entanto, muitos médicos têm usado o ozônio com sucesso, arriscando sanções por parte das autoridades federais e estaduais, já que este não é um tratamento aprovado pela FDA.

Em 1986, uma empresa foi formada com o objetivo de desenvolver tecnologia de ozônio para uso médico no tratamento da infecção pelo HIV. Esta empresa, chamada Medizone Inc. foi formada por Terrance McGrath. Mr. McGrath fundou Medizone com a finalidade de declarar de ozônio como uma droga, e prosseguindo com o desenvolvimento desta droga como qualquer outra empresa farmacêutica. Ele reuniu uma equipe de pesquisa de especialistas em hematologia e da bioquímica de substâncias oxidantes, e começou a passar pelo processo trabalhoso que o FDA exige para um desenvolvimento de novas drogas.

Um dos fatores que a FDA iria requerer no desenvolvimento de qualquer nova droga foi a capacidade de entregar uma quantidade precisa de uma dada concentração. Neste caso, seria necessário saber a quantidade exata de ozônio sendo produzido pela máquina, bem como a ser absorvido pelo sangue, a fim de determinar a dose adequada. Mr. McGrath equipe de pesquisa desenvolveu um dispositivo para fornecer ozono através de uma fina membrana de filtro para sangue que foi elaborado a partir do corpo. Isto permite uma regulação precisa da qualidade do ozônio ser entregue e absorvido pelo sangue.

Sobre o desenvolvimento deste dispositivo patenteado, Medizone foi capaz de vender ações para levantar dinheiro para os estudos de laboratório e ensaios de toxicidade em animais que foram necessários antes FDA daria aprovação para estudos em humanos com o ozônio. Eles têm cooperado com o FDA e produziram dados de pesquisa muito boa que tem sido publicados em revistas peer review.

Os dados mais recentes foi encontrado em 'Blood, The Journal of Hematology "o artigo em outubro de 1991. Foi um relatório sobre um estudo feito em Syracuse, Nova York, que provou que o ozônio irá inativar o HIV in vitro (em laboratório, fora do corpo.) Neste caso, o sangue que estava infectado com o vírus foi tratada por ozônio usando Medizone de dispositivo e, em seguida, foi estudado depois de qualquer traço de partículas virais. Na sequência da publicação desta pesquisa, era esperado que a FDA iria conceder uma aprovação Medizone para começar a fase 1 de ensaios clínicos humanos. No entanto, a FDA voltou a Medizone com a exigência de que eles conduzem estudos de toxicidade animal de grande porte utilizando um animal com volume de sangue comparável ao dos humanos, a fim de determinar se há algum efeito tóxico. O estudo que foi desenvolvido usará porcos grandes, vai custar uma quantia considerável de dinheiro, e irá adicionar mais tempo para o processo de aprovação. No momento da redação deste texto, Medizone ainda pretende avançar com este estudo ao tentar receber a aprovação cedo para um julgamento humano.

O governo tornou-se mais receptivos à idéia da medicina inovadora, que cria o Serviço de Medicina Alternativa do Instituto Nacional de Saúde. O senador Tom Harkin de Iowa tem sido fundamental no estabelecimento deste escritório. O senador tem familiares que sofreram as melhorias usando terapias naturais e alternativas, assim ele tem sido um defensor valioso destes tratamentos.

Através da ação do senador Harkin, outros membros do Congresso, e pressão da opinião pública, o Comitê de Apropriações do Senado reservar dois milhões de dólares para a criação deste escritório em fevereiro de 1992. Eles ainda têm de olhar para o ozono.

Estou muito animado para anunciar que abrimos a Carolina do Norte Centro de Saúde Bio-Oxidativa em agosto de 1004. Estamos localizados no Blue Ridge Plaza, um prédio de escritórios médico perto Rex Hospital, em Raleigh, NC. Este centro é o resultado de vários projetos em que estive envolvido nos últimos cinco anos como parte de minha pesquisa em curso de ozônio e terapias de desintoxicação no tratamento de distúrbios do sistema imunológico.

Eu fechei voluntariamente escritório em Raleigh, em 1992, para cumprir uma ordem do Conselho de Examinadores Médicos NC que eu deixar de usar o ozônio na minha prática médica porque era considerado não-convencionais e não estava em uso comum por outros médicos no interior do estado. Desde então, através das ações de muitos indivíduos e grupos de pacientes, os direitos, a lei foi alterada para que um médico não pode ter sua licença revogada por usar terapias experimentais ou não-convencionais.

Carolina do Norte é agora o quinto estado do país com uma lei de liberdade de medicina que permite que os médicos a escolher essas terapias se sentem irão beneficiar seus pacientes a mais e dá a pacientes a capacidade de escolher o tipo de cuidados médicos se sentem melhor para eles .

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

FERIDAS E CIRCULAÇÃO

Feridas que não cicatrizam ?

Pernas inchadas ?

Dificuldades na Circulação do sangue ?


O Ozônio é um potente vasodilatador e melhora a curva de dissociação da hemoglobina com o oxigênio, ou seja, faz com que a hemoglobina fique mais tempo com o oxigênio, circulando por um maior número de vasos, melhorando a oxigenação dos tecidos e órgãos. O Ozônio também ativa o metabolismo da hemácia, fazendo com que ela circule melhor pelas artérias de pequeno calibre, facilitando, com isso a circulação do sangue e a melhora na cicatrização das feridas.

A ozonioterapia tem várias evidências científicas no tratamento de úlceras crônicas, em especial em pacientes diabéticos, e no tratamento do pé diabético. Vários trabalhos publicados demonstram a verdadeira efetividade da Ozonioterapia. Além de alguns estudos clínicos comprovando esses resultados, a melhora é tão rápida e evidente, numa doença de prognóstico ruim, que já poderia estar num patamar mais validado e acessível para uso dos pacientes. Assim seu uso tem mostrado resultados também em outros problemas das artérias, como insuficiência vascular periférica e acidentes vasculares encefálicos do tipo isquêmico, a chamada claudicação intermitente que é a famosa dor na barriga da perna durante uma caminhada e até mesmo na prevenção de novos infartos.

VEJA ALGUMAS DOENÇAS TRATADAS COM O OZÔNIO

Aproximadamente 250 doenças podem ser tratadas pelo Ozônio. 


A OZONIOTERAPIA é capaz de tratar ou curar

distúrbios circulatórios arteriais periféricos, cardíacos e cerebrais
feridas(Úlceras) externas e lesão de pele
fístulas
gangrena diabética e pé diabético
arteriosclerose dos membros inferiores

Patologias intestinais (colites, proctites, fistulas )
Lesões de boca, orofaringe, esôfago e estômago(gastrites)

Doenças infecciosas de qualquer natureza (bacterianas, virais, fúngicas, parasitárias ) 
incluindo pneumonias, infecções pós cirúrgicas, infecções urinárias de repetição, vulvovaginites de repetição, SIDA, Hepatites A,B e C

como terapia adicional em pacientes com câncer

Condições geriátricas gerais na melhora da memória, da cognição e dos movimentos em geral

Doenças reumáticas
Queimaduras
Oftalmologia
Dermatologia
Doenças Renais

Ortopedia (tendinites de repetição, lesões articulares, lesões musculares crônicas, hérnia de disco)

como anti envelhecimento 


local de atendimento
André Puente, 78
Independência
51 33310333

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Centro de Atendimento

André Puente, 78
Porto Alegre - RS
tel.: 51 3331 0333
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OZONIOTERAPIA PODE FAZER PARTE DO SUS

  • Posted on março 28, 2011 at 12:53 pm
Folha de São Paulo – Cláudia Ramos WItte

Uma audiência pública foi realizada na semana passada para decidir se a Ozonioterapia fará parte dos serviços oferecidos pelo SUS já em 2011. A técnica utiliza oxigênio e ozônio e é considerada pela área médica uma revolução no tratamento de patologias como feridas de difícil cicatrização, queimaduras, hepatites, inflamações ginecológicas, herpes, hérnias de disco, dores crônicas e até colesterol alto. A técnica é muito difundida na Europa. No Brasil, os benefícios do ozônio são estudados pelo Ministério da Saúde. Na semana passada, pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) comprovaram a eficácia do ozônio na destruição da superbactéria KPC, causadora da morte de 18 pessoas em Brasília este ano. Agora, trabalham para reduzir a infecção hospitalar. O ozônio é um antiinflamatório poderoso e um antisséptico eficiente capaz de destruir vírus, bactérias e fungos. A utilização da técnica proporciona benefícios para a saúde e, também, diminui os gastos públicos. No caso do diabetes, por exemplo, a Ozonioterapia reduz em até 80% o número de amputações em pacientes que sofrem de pé diabéticos graças à rápida cicatrização e controle de infecções. O pé diabético é uma das mais devastadoras complicações do Diabetes Mellitus. O risco de amputação dos membros inferiores entre a população diabética é 40 vezes maior que na população de modo geral. “Há uma redução de até 25 vezes dos custos no tratamento de feridas crônicas em membros inferiores e gangrenas diabéticas por causa da cicatrização mais rápida, diminuindo o tempo de internação e, conseqüentemente, os gastos”, explica Dra. Emilia Gadelha Serra, diretora da Associação Brasileira de Ozonioterapia. CONTRA AS BACTÉRIAS HOSPITALARES O Brasil foi o primeiro país a comprovar a eficiência do gás ozônio no combate às superbactérias, como a KPC. A descoberta é fruto da pesquisa do médico Glacus de Souza Brito, do Instituto de Medicina Tropical da Universidade de São Paulo (USP). Durante um ano, o pesquisador testou o gás e confirmou que bastam cinco minutos de exposição para que o ozônio destrua as paredes da KPC, impedindo a reprodução da superbactéria. “Além de elevar o Brasil a uma posição de destaque no meio científico internacional, o estudo feito no laboratório da USP promove uma economia significativa nos custos de saúde, porque reduz o uso de medicamentos antibióticos, dá maior eficiência aos métodos de assepsia e diminui o tempo de internação de pacientes contaminados pelas bactérias que promovem as infecções hospitalares.”, explica Dr. Glacus de Souza Brito. QUASE UM SÉCULO DE OZÔNIO O uso medicinal do ozônio começou na Alemanha durante a Primeira Guerra Mundial, quando o médico alemão Albert Wolf passou a tratar as feridas dos soldados com o gás. Desde então, o ozônio – obtido da união de um átomo e uma molécula de oxigênio – vem sendo disseminado por vários países. 
A OZONIOTERAPIA  é uma técnica reconhecida pelos Ministérios da Saúde de países como Alemanha, Suíça, Espanha, Itália, Egito, Cuba, além de outros 15, inclusive, com reembolso médico. Cuba é uma referência nos tratamentos com ozônio e tem 39 Centros Clínicos de Ozonioterapia dentro de seus principais hospitais. Na Rússia, a técnica é utilizada em todos os hospitais Governamentais. 
Aproximadamente 50.000 médicos utilizam este método na Europa atualmente. Apesar de o Brasil ter sido pioneiro na comprovação da eficiência do gás ozônio no combate às superbactérias, como a KPC, a Associação Brasileira de Ozonioterapia ainda aguarda a decisão do Ministério da Saúde (MS) sobre o uso do ozônio no SUS. 
Na semana passada, foi realizada uma audiência pública para analisar a questão no tratamento de feridas e queimaduras. Para Emília Gadelha Serra, diretora da Associação Brasileira de Ozonioterapia, são inúmeros os argumentos a favor da técnica: “Estima-se um corte de até 30% nos custos do SUS com a introdução do uso do ozônio no tratamento de patologias previstas em protocolos com experiência internacional”, diz a médica. 
O tratamento com ozônio pode salvar vidas. O gás é usado na pele ou injetado no corpo do paciente. O equipamento utilizado é barato e o consumo de oxigênio medicinal também é baixo, com gastos mínimos. Isso pode modificar completamente o cenário do controle das bactérias hospitalares de uma maneira simples, barata e acessível a qualquer hospital do país.

Centro de Atendimento

André Puente, 78
Porto Alegre - RS
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Perguntas mais frequentes dos pacientes a respeito da OZONIOTERAPIA


  1. Quais as doenças que podem ser tratadas com OZONIOTERAPIA?

    Aproximadamente 250 doenças podem ser tratadas pelo Ozônio. A OZONIOTERAPIA é capaz de tratar ou curar distúrbios circulatórios arteriais periféricos, cardíacos e cerebrais;feridas(Úlceras) externas e lesão de pele;fístulas;gangrena diabética e pé diabético;arteriosclerose dos membros inferiores;Patologias intestinais (colites, proctites, fistulas );Lesões de boca, orofaringe, esôfago e estômago(gastrites);Doenças infecciosas de qualquer natureza (bacterianas, virais, fúngicas, parasitárias ) incluindo pneumonias, infecções pós cirúrgicas, infecções urinárias de repetição, vulvovaginites de repetição, SIDA, Hepatites A,B e C;como terapia adicional em pacientes com câncer;Condições geriátricas gerais na melhora da memória e da cognição; Doenças reumáticas;Queimaduras;Oftalmologia;Dermatologia;Doenças Renais; Ortopedia (tendinites de repetição, lesões articulares, lesões musculares crônicas, hérnia de disco)

  2. Como pode ser usado o Ozônio?

    A OZONIOTERAPIA medicinal é usada por via intramuscular, intra-articular, via retal, intra-arterial e através da ozonização do sangue.

  3. Quais os efeitos colaterais da OZONIOTERAPIA?

    A terapia com o ozônio é praticamente isenta de efeitos colaterais. Há apenas algumas poucas situações em que ela não pode ser empregada. Entretanto, além de requerer equipamento médico especializado, é preciso um perfeito conhecimento das diversas técnicas de aplicação e das diversas escolas de uso do Ozônio, como a escola Cubana, Alemã, Italiana e Russa, para que se tenha uma noção exata das quantidades e das concentrações de ozônio a serem utilizadas e consequentes melhores resultados.

  4. Só pessoas doentes podem utilizar a OZONIOTERAPIA?

     Absolutamente NÃO! O OZÔNIO tem o poder de modulação do sistema imunológico, liberando protetores celulares e aumentando nossa resistência às doenças;O OZÔNIO tem alto poder oxidante. Isto permite o combate ao envelhecimento das células e do nosso organismo. Portanto, qualquer pessoa, em qualquer momento da vida pode usar a OZONIOTERAPIA para melhorar sua atividade de metabolismo, melhorar sua imunidade e sua resistência às doenças, além de previnir o envelhecimento.
  1. Qual a melhor técnica para aplicar o Ozônio?
    Dependendo da doença a ser tratada, avalia-se qual a melhor via de tratamento. Muitas patologiaas de intestino, bexiga, próstata e ovários podem ser tratadas por via retal, com a insuflação de OZÔNIO através de uma pequena cânula da espessura de uma "carga de caneta bic". Outras patologias devem ser tratadas através da ozonização direta do sangue. Algumas patologias articulares são tratadas por isuflação do OZÔNIO  dentro da prórpia articulação. E assim, dependendo de cada caso e de cada patologia.

    5. Quantas aplicações são necessárias e com que frequência?

       O número de aplicações e a frequencia com que elas são aplicadas depende da doença e de seua gravidade. Entretanto, por ser um tratamento onde a resposta do organismo é fundamental e esta resposta se dá gradualmente, não é com uma ou duas aplicações que se observa algum resultado significativo. O mínimo é de 10(dez) sessões, que podem acontecer 2 ou trêz vezes na semana. Podem ser repetidas após um breve intervalo de uma semana. Em patologias ou lesões mais severas, após 20 sessões, se faz uma nova avaliação clínico-laboratorial. 


      6. A OZONIOTERAPIA é uma terapêutica cara? 


           
          Se formos pensar que a OZONIOTERAPIA é uma terapia natural, onde não existe a administração de nenhuma droga causadora de efeito colateral nenhum, a OZONIOTERAPIA  é muito barata. Se formos calcular os custos com antibióticos, pomadas, injeções, cremes, curativos, anti-inflamatórios e outras tantas drogas, a OZONIOTERAPIA se torna mais barata ainda. Além do que, mesmo após muitas sessões, sabemos do seu excelente resultado, diferente das medicações via oral oferecidas. O mais aconselhável é uma primeira avaliação para determinar quantas sessões serão necessárias.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Ozonioterapia pode reduzir custos de tratamentos e diminuir a aplicação de antibióticos e analgésicos

Quando o assunto é o ozônio, a primeira associação que se faz é com a camada na atmosfera, que, ao ser danificada como consequência da ação humana, colabora para o aquecimento global — ao ser destruída, permite a passagem de radiação maléfica para a humanidade. Esse caráter protetor da substância pode ser ainda mais direto. Misturada ao oxigênio, ela é capaz de matar a superbactéria KPC e auxiliar na cicatrização da epiderme, entre outras utilidades.

Aplicada em forma de gás sobre a pele, ou em injeções no corpo do paciente, a técnica é realizada em vários países e, só na Alemanha, 10 milhões de pessoas já foram tratadas com o ozônio medicinal. O próximo passo, pregam os defensores da técnica, é torná-lo acessível aos pacientes brasileiros por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).

Embora a técnica seja pouco conhecida no Brasil, a Associação Brasileira de Ozonioterapia (Aboz) enviou documentos para o Conselho Federal de Medicina, para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e para o Ministério da Saúde, solicitando o reconhecimento da ozonioterapia como um procedimento médico. A ideia é incorporá-la ao SUS posteriormente.

Por enquanto, os pacientes que se submetem à técnica precisam assinar o Termo de Consentimento Informado e Esclarecido para se beneficiar do tratamento — ou seja, assumir todos os eventuais riscos de uma técnica ainda não regulamentada. Como o Brasil é signatário da Declaração de Helsinki, um conjunto de diretrizes internacionais sobre pesquisas com seres humanos, é possível recorrer à ozonioterapia, que já é utilizada em diversos países, mesmo sem o reconhecimento por parte da Anvisa.

“Infelizmente, até o momento, nenhum órgão assumiu a responsabilidade sobre o processo de regulamentação da ozonioterapia no Brasil”, lamenta a médica e diretora da Aboz Emília Serra. Ela sustenta que, se implantada pelo SUS, a ozonioterapia poderia reduzir em até 80% a taxa de amputação de membros de pacientes com gangrena diabética e diminuir até 25% os custos no tratamento de feridas crônicas. “A estimativa é de redução em até 30% do custo do SUS no tratamento de patologias como hepatites crônicas e hérnias de disco”, informa.

Aprovação no mundo
Atualmente, a técnica é reconhecida pelo Sistema de Saúde da Alemanha, da Suíça, da Itália, de Cuba, da Ucrânia, da Rússia, da Espanha, da Grécia, do Egito e da Austrália, além de ser praticada em 15 estados dos Estados Unidos. De acordo com Emília, são realizados, aproximadamente, 10 milhões de tratamentos com ozônio no mundo, todos os anos. “Nos países em que o uso medicinal do ozônio é reconhecido, houve redução de 27% no consumo total de antibióticos e de 22% no consumo de analgésicos opioides e não opioides”, acrescenta a médica.

O ozônio de uso médico pode ter diferentes propriedades, que variam de acordo com a concentração da mistura. Segundo Emília, a substância tem propriedades bactericidas, fungicidas e virustáticas, e a veiculação em soluções aquosas e oleosas tem demonstrado efeitos antimicrobianos e reparativos. Também é eficaz no tratamento de feridas infectadas e em doenças causadas por vírus, como herpes e hepatites crônicas virais, bactérias e fungos. “Por estimular a circulação e melhorar a oxigenação nos tecidos, é utilizado no tratamento de problemas circulatórios e na revitalização de funções orgânicas de modo geral”, afirma a médica.

A diretora destaca que o ozônio medicinal pode ser utilizado em tratamentos de um grande número de afecções, de origens inflamatória, infecciosa e isquêmica, geralmente relacionadas a alterações do estresse oxidativo. “Longe de ser uma panaceia, a ozonioterapia tem sido aplicada mundialmente em diferentes campos, algumas vezes como viga mestra do tratamento, de modo isolado, ou complementar, como coadjuvante”, ressalta.

Um dos beneficiados do tratamento, o médico oftalmologista Ricardo Guimarães, após um acidente de avião, tratou as queimaduras do corpo com a ozonioterapia. Sabendo que queimaduras exigem um tratamento imediato e cuidados intensivos, ele estudou as lesões e as opções de tratamento citadas na literatura internacional. A mais aconselhável era a ozonioterapia. “Como o tratamento não era recomendado pela maioria dos médicos brasileiros, eu não considerei a opção por muitos anos, até que uma colega oftalmologista me fez a sugestão”, recorda.
Guimarães diz que ficou impressionado com a simplicidade e com os resultados, o que o levou à decisão de aplicar a técnica. Segundo ele, o primeiro impacto foi maior bem-estar, seguido pelo sucesso das cirurgias de enxerto de pele que fazia frequentemente. “Meu índice de aproveitamento passou de 60% para 100%”, conta.

Segundo o oftalmologista, a ozonioterapia tem dois defeitos graves e que diminuem as chances de sucesso em um sistema de saúde voltado para a venda de produtos. “Primeiro, não permite patentes e, segundo, não pode ser empacotado para venda em farmácias, pois tem que ser produzido na hora”, opina. Para ele, essas peculiaridades da técnica não geram interesse de lucro para os laboratórios. “É uma pena que nossas autoridades não compreendam o valor da ozonioterapia.” O médico acha que, se o Brasil adotasse a técnica, obteria como efeito imediato a melhora de resultados nos tratamentos de condições crônicas como artrite reumatoide e outras doenças debilitantes.

Matador de KPC
O Brasil foi o primeiro país a comprovar a eficiência do ozônio no combate às superbactérias, como a KPC. O pesquisador e médico Glacus de Souza Brito, do Instituto de Medicina Tropical da Universidade de São Paulo (USP), que descobriu mais uma utilidade do gás, conta que a pesquisa foi feita realizando a vaporização da substância sobre uma cultura de bactérias em uma placa de gel. Durante um ano, Brito testou o gás e confirmou: “Bastam cinco minutos de exposição para que o ozônio destrua as paredes da KPC, impedindo a reprodução”, descreve.

O médico acredita que a descoberta, além de elevar o Brasil a uma posição de destaque no meio científico internacional, promove ainda uma economia significativa nos custos de saúde. “Reduz o uso de medicamentos antibióticos, dá maior eficiência aos métodos de assepsia e diminui o tempo de internação de pacientes contaminados pelas bactérias que promovem as infecções hospitalares”, ressalta.

Brito explica que o gás só é tóxico se for inalado. De acordo com ele, em mais de 100 anos de experiências, a utilização de diversas formas de aplicação no corpo humano demonstrou formas seguras de aplicação sem toxicidade. No entanto, para ele, existem poucos estudos controlados sobre o produto em forma farmacêutica. “Não há interesse econômico no desenvolvimento do conhecimento científico dessa terapia”.

Técnica efêmera
A partir da mistura de ozônio com o oxigênio puro é criado a substância medicinal. Para o produto final, é necessário o uso do gerador, um equipamento que converte oxigênio medicinal em concentrações exatas e precisas para a mistura ozônio-oxigênio. Emília Serra explica que a substância, além de não ser patenteável, já que é um material original da natureza, também não pode ser engarrafada para uso posterior. “Precisa ser produzida no momento da aplicação e dura cerca de 30 minutos, em temperatura ambiente. O gás é, então, aplicado por diversas vias, a depender da in
dicação clínica”, salienta.


sábado, 20 de agosto de 2011

BENEFÍCIOS DA OZONIOTERAPIA ·


Conheça alguns dos  benefícios da OZONIOTERAPIA

  1. O OZÔNIO tem alto poder oxidante. Isto permite o combate ao envelhecimento das células e do nosso organismo;
  2. O OZÔNIO tem o poder de ativar o metabolismo dos glóbulos vermelhos(hemácias), facilitando a passagem das hemácias pelas artérias de pequeno calibre;
  3. O OZÔNIO tem o poder de modulação do sistema imunológico, liberando protetores celulares e aumentando nossa resistência às doenças;
  4. O OZÔNIO tem poder bactericida, fungicida e efeito inativante viral, sendo o método mais seguro e de menor risco no combate a qualquer tipo de infecção.
    Portanto, veja quantas doenças podemos curar com a OZONIOTERAPIA ou Terapia de Ozônio



quinta-feira, 18 de agosto de 2011

O OZÔNIO é tóxico ?



O ozônio é uma forma química ou "alotropica" de oxigênio, assim como o diamante e o carvão são formas alotrópicas do carbono.

O Oxigênio molecular consiste de dois átomos de oxigênio (O + O) formando uma molécula di-atômica de oxigênio (O2).

O ozônio é composto por três átomos de oxigênio, que formam uma molécula tri-atômica de ozônio (O3).

Embora seja verdade que o ozônio, em doses muito elevadas pode ser tóxico, também é tão verdadeiro que o ozônio é essencial para a vida na Terra. A camada de ozônio da alta altitude, cientificamente chamado de “Camada de Ozônio”, na verdade nos protege dos efeitos tóxicos que causam câncer da luz ultravioleta de alta energia que vem do Sol.

Na sociedade moderna, esta camada está sendo seriamente destruída devido à poluição ambiental, com um conseqüente aumento na incidência de câncer de pele, catarata, doenças pulmonares e doenças imunes.

Como qualquer coisa usada na medicina, o ozônio tem efeitos benéficos e potencial tóxico. A pergunta comum sobre a toxicidade do ozônio normalmente tem a ver com a inalação de gás ozônio excessivamente.

O ozônio nunca pode ser usado para inalação em
terapia médica!

Na realidade, quando o ozônio é utilizado clinicamente, é administrado como uma mistura de gases, de ozônio e oxigênio. As concentrações de ozônio utilizadas na mistura médicas são em microgramas ou miligramas, em períodos pré determinados, dependendo do efeito clínico específico desejado. Assim, a toxicidade do tratamento moderno do ozônio médico é geralmente limitada a uma pequena irritação ou dor no local da injecção, sem nenhuma queixa maior.

As Vantagens do OZÔNIO




  1. o efeito antibacteriano e antiviral sistêmicos pela formação de peróxido, combatendo toda a forma de infecção;

  2. aumento da elasticidade da hemácia, permitindo uma melhor penetração na circulação distal;

  3. aumento da produção de 2,3 difosfoglicerato na hemácia, responsável pela passagem do oxigênio para os tecidos;

  4. melhora do metabolismo do oxigênio a nível de hemácia, por aumento da utilização de glicose;

  5. ruptura das moléculas de ácido graxo pela ativação d enzimas bloqueadoras de peróxidos e radicais livres;

  6. a rápida utilização de glicose na célula;

  7. transforma ácido graxo em compostos hidrossolúveis.


terça-feira, 26 de julho de 2011

Hidrozonioterapia na Saúde e na Estética


Vantagens do uso do OZÔNIO


1. Tem efeito bactericida, fungicida e de inativação viral, razão pela qual pode ser empregado tanto na desinfecção de lesões infectadas, como em algumas doenças causadas por bactérias ou virus cumprindo um papel de antibiótico natural. 

2. O ozônio medicinal é sempre uma mistura de ozônio com oxigênio, em quantidades e concentrações que variam conforme a doença a ser tratada. 

3. As formas de administração do ozônio são as mais diversas: Subcutânea, intra-articular, por via vaginal, por via retal, intra muscular e misturada ao sangue ou a soro. 

4. Seus efeitos sobre a circulação sanguínea o recomendam no tratamento de todos os distúrbios circulatórios, tais como ateroesclerose, diabetes, coronariopatias e neuropatias vasculares, além  de gerar uma revitalização do organismo como um todo. 

5.Em baixas concentrações, pode modificar e estimular a resposta imunológica. 


Ao reagir com os tecidos corporais, o ozônio forma substâncias que estimulam todo o sistema antioxidante e promovem uma grande liberação de oxigênio para as células. O gás também tem efeitos analgésico e anti-inflamatório que aceleram a cicatrização de lesões.

Na dor crônica, o ozônio é utilizado com ótimos resultados no tratamento de dores causadas por hérnias de disco, inflamações crônicas, nevralgias, fibromialgia, entre outras enfermidades.

Embora empregada há vários anos, só agora a ozonioterapia vem conquistando espaço na medicina convencional, e principalmente no Brasil Atualmente cerca de dez mil médicos europeus utilizam esse recurso no tratamento dos pacientes.




    Existem estudos publicados sobre ozônio ou isso é uma novidade?


    Sim. Existem muitos trabalhos no Brasil e no exterior. No Google Acadêmico há 30.600 referência à Ozonioterapia.

    O OZÔNIO foi usado na primeira estação de tratamento de água que se tem notícia no mundo em Oudshoorn, Holanda, em 1893. Em 1906, outro em Nice na França, muito antes do cloro e, em 1916, o ozônio já era usado em 49 instalações para tratamento de água sendo 26 na França. Já em 1977 já eram 1043 instalações de ozônio para tratamento de água em todo o mundo.

    O ozônio é usado para tratamento de feridas desde 1915 durante a Primeira Guerra Mundial. Portanto, muito nos espanta do desconhecimento de colegas, quando ouvimos  que "não existem estudos", ou ainda pior,desdenham estudos sérios e de universidades européias, russas e chinesas. Afirmar que não existe literatura é um grande absurdo.

    quarta-feira, 13 de julho de 2011

    O que é OZÔNIO ?

    O Ozônio (O3), ou Trioxigênio, é um alótropo triatômico do Oxigênio. Ou seja, o mesmo elemento que, em vez de dois, tem três átomos de oxigênio. O Ozônio se forma quando as moléculas de oxigênio (O2) se rompem devido à radiação ultravioleta, e os átomos separados combinam-se individualmente com outras moléculas de oxigênio.

    Ozônio está presente em pequenas concentrações naturalmente na estratosfera (parte de atmosfera que abrange aproximadamente dos 15 até 50 quilômetros de altura). Uma notável característica deste gás é sua capacidade de absorver luz Ultravioleta solar o que o torna um ‘escudo’ natural da Terra (camada de ozônio) para os seres humanos e a outras formas de vida, para o qual esses raios são nocivos; por este motivo, sem a proteção do ozônio, as radiações causariam graves danos aos organismos vivos que habitam a superfície do planeta Terra.

    É importante lembrar que não é o ozônio em si o responsável pela proteção contra os raios ultravioletas, mas o ciclo Ozônio-Oxigênio. Neste ciclo há grande absorção de Radiação Solar, transformada em energia térmica na Estratosfera.
    Sabe-se que na atmosfera, a maior ocorrência de ozônio natural se dá entre 30 e 50 km de altitude.  No final do século XX oram constatadas formações e ampliações de buracos na camada de ozônio, principalmente sobre o Pólo Sul. Acredita-se que boa parte desses buracos seja em decorrência do uso de produtos a base de CFC – clorofluorcarbonos e Hidrocarbonetos Halogenados, que liberam gases destruidores de Ozônio.
    Na indústria, o ozônio é utilizado em misturas com outros gases devido à sua poderosa capacidade como agente oxidante, sobretudo na transformação de alcenos em aldeídos, cetonas ou ácidos carboxílicos. 

    Também é um poderoso germicida, empregado em engenharia sanitária para a desinfecção da água potável e na remoção de sabores e odores indesejáveis já há mais de 60 anos na maioria das grandes cidades européias.
    A habilidade do ozônio para desinfecção de água foi descoberta em 1886 e em 1891 testes pilotos já eram realizados. A primeira instalação industrial de ozônio ocorreu em 1893, em Oudshoorm, na Holanda, para desinfecção na estação de tratamento de água potável da cidade. 

    Até 1914 o número de estações de tratamento de água utilizando ozônio cresceu e, na Europa, já havia pelo menos 49 instalações. Em 1936 o numero passou para 100 instalações na França e 140 no mundo. O cloro, sempre mais barato e mais usado em todo o planeta sofre grande revés, quando em 1975 se descobre que gera compostos cancerígenos organoclorados, os “trihalometanos”, subprodutos de reações com matéria orgânica. 

    Basicamente, o que diferencia o ozônio dos diversos agentes desinfetantes, é o seu mecanismo de destruição dos microorganismos. O cloro, por exemplo, atua por difusão através da parede celular, para então agir sobre os elementos vitais no interior da célula, como enzimas, proteínas, DNA e RNA. O ozônio, por ser mais oxidante, age diretamente na parede celular, causando sua ruptura, demandando menor tempo de contato e tornando impossível sua reativação. 

    Dependendo do tipo de microorganismo, o ozônio pode ser até 3.125 vezes mais rápido que o cloro na destruição desse microorganismo.

    Quem sou eu

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    Dr. Jorge Gioscia Filho Médico graduado pela FFFCMPA Especialista em Cirurgia Vascular Curso de Especialização em Cirurgia Endovascular Curso de Especialização em Ultrassonografia Vascular Curso de Especialização em Carboxiterapia Curso de Especialização em Cirurgia Estética Genital. Curso de Especialização em OZONIOTERAPIA pela ABOZ. PósGraduação em Psicoterapia Sexual Membro da International Society for Endovascular Specialists Membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular Membro da Associação Brasileira para Estudos da Inadequação Sexual Membro da International Society for Sexual Medicine Vice Presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Sexual.